
A Federação Moçambicana de Patinagem (FMP)reforçou e alargou as suas parcerias no decurso da 42ª Asssembleia do Comité Internacional da modalidade (CIRH), realizada este mês em Montreux, Suíça. O nosso hóquei esteve representado no encontro pelo presidente da FMP, Nicolau Manjate, que na ocasião tomou posse com vice-presidente do recém-criado CIRH para o desenvolvimento da modalidade em África.
Durante a reunião, presenciada pelos dirigentes máximos da patinagem a nível mundial, Nicolau Manjate aproveitou para renovar parcerias com as Federações Espanhola e Portuguesa, Comité Internacional e Federação Internacional de Roller Sports (FIRS), no sentido de desenvolver a patinagem em Moçambique.
Num encontro mantido com Carmelo Paniagua, presidente da Federação Espanhola de Patinagem (FEP), ficou assente que aquele país europeu irá apoiar o hóquei moçambicano no campo da formação, entre outras áreas.
No âmbito desta aliança, a FEP poderá ceder um treinador para orientar a selecção nacional, que de 24 de Setembro a 1 de Outubro tomará parte no Campeonato do Mundo do Grupo A, em San Juan, Argentina. Aliás, na última prova, realizada em Vigo, a equipa moçambicana foi dirigida pelo técnico espanhol José Barberá.
Ainda no quadro das relações entre as duas federações, o presidente da FMP revelou que o estágio competitivo que o combinado nacional efectuará, tendo em vista a sua participação no Mundial, poderá realizar-se na Espanha.
Mas não é só com o hóquei espanhol que a nossa Federação goza de uma saudável cooperação, pois o português também tem sido um alvo preferencial. E é dentro deste pressuposto que Nicolau Manjate negociou a vinda, ainda este mês, do conceituado técnico português Carlos Graça, que irá se encarregar de formar árbitros, técnicos e jogadores, para lhes dotar das novas regras. As despesas de transporte, bem como os honorários do treinador serão da responsabilidade do CIRH, que se prontificou a colaborar para potencializar o hóquei em Moçambique.
“Virá a Maputo um técnico português para dar ensinamentos sobre as novas regras. É importante que os nossos árbitros, jogadores e técnicos assimilem bem as novas regras, antes da realização do Mundial”, assinalou Manjate.
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